A CLAUSURA DA APOLOGIA

 

No século XXI vivemos a era da informação, rápida, precisa e obediente a ciência se desenvolve proporcionando ao homem uma enorme quantidade de informações, sem se preocupar com a qualidade destas mesmas informações.

Nasceu com isso o que podemos chamar de “a era da abundância de heresias”, provocando com isso o avanço, tão incrível, da apostasia.

A apostasia é uma “velha companheira” da igreja cristã, pois nasceu alguns segundos depois de Jesus ter fundado a Sua igreja. Com isso podemos dizer que esta “senhora”, hoje em sua maturidade, pode ser encontrada em todas as áreas da existência da igreja, ela tem seus tentáculos bem posicionados, fortes e muitas vezes atraentes para os famosos “espíritos enganadores” (pastores, missionários, e líderes em geral das igrejas) que são dirigidos e alimentados pela apostasia.

Por causa dela desde o princípio também surgiram os apologetas, homens e mulheres que se dedicaram a lutar contra esse mal que assola a igreja. De maneira geral os apologistas destinam os seus argumentos contra a apostasia, porém na sua face exposta, onde se encontram as seitas pseudo-cristãs, que estão ali para isso mesmo, ou seja, para servirem de “boi de piranha” (o boi velho e doente que é lançado no rio para atrair as piranhas enquanto o rebanho passa seguro, salvo e desapercebido).

O ponto é que o “rebanho” que passa desapercebido, quando se trata de apostasia é extremamente perigoso e profundamente malígno.

Antes, porém, de entrarmos neste ponto, é bom que fique esclarecido que todo movimento ou ação da apostasia, nasce dentro da igreja cristã e permanece ali, as vezes por anos, consumindo energia dos crentes, mas principalmente se alimentando das falhas morais e de caráter das pessoas, para então possuí-las, sem que percebam o seu estado mental e espiritual, que passa a ser deplóravel e repugnante.

Voltando, agora, para o ponto central do problema, vemos, hoje em dia com mais evidência, a mais bem elaborada estratégia do espírito da apostasia no meio cristão que é:

O SUFOCAMENTO DA APOLOGIA 
PARA O REINADO ABSOLUTO DA POSTURA DO 
“POLITICAMENTE CORRETO”

Postura essa assumida convictamente por muitos líderes cristãos.

Em nome desta diabólica postura, pastores e líderes das igrejas cristãs, abrem mão de assumirem um posicionamento bíblico, por causa de uma enorme rede de interesses escusos, sejam poder, crescimento, manipulação, entre outros, buscando sempre benefícios pessoais.

O advento do “politicamente correto” vem atrelado ao relativismo, companheiro indispensável para o êxito do líder em seus projetos mal-intencionados ou egocentrados.

Através do relativismo toda e qualquer heresia pode ser considerada verdade, basta que se consiga mostrar que em outra perspectiva, e com certos ajustes (principalmente de textos bíblicos fora de contexto) tudo fica bem parecido com a verdade absoluta do Evangelho.

Neste ambiente, criado pela apostasia, nunca caberá qualquer argumento apologético, porque a defesa de uma posição como sendo a única verdade provoca manifestações contrárias, tais como: “traz divisão, mal estar, tristeza, etc etc”. Porém o desconforto sentido pelos “politicamente corretos” mostra nas entrelinhas uma preocupação deles com a destruição das suas maquinações e a exposição de suas idéias heréticas, podendo causar-lhes a impossibilidade de continuar o seu ministério de engano e morte.

Na história da igreja os apologistas foram mártires, homens e mulheres que não se venderam e nem se desviaram da Única Verdade, alguns deles foram assassinados fisicamente, mas não podemos esquecer que muitos foram “mortos” sendo desprezados, sendo chantageados, sendo traídos, sendo abandonados, sendo aprisionados, sendo perseguidos de muitas formas.

Carregar as marcas da fúria dos “politicamente corretos” glorifica a Deus, porque testemunha o desejo e a decisão de não se corromper, nunca, mesmo que seja para viver só.

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